Quem foram os culpados? Quem impulsionou? De onde veio o estilo?
Black Sabbath, Deep Purpel… Sim e sim mas…
Ludwig Van Beethoven diz-te algo? Ok eu vou explicar. Curioso, ou não, Beethoven, este mestre, impulsionador da música erudita é considerado por muitos como sendo o grande e eterno primeiro metaleiro da história. Falam das suas sinfonias que são puro metal, falam de heavy metal como se fosse sinfonia. Tudo isto é verdade, por incrível que nos pareça, ele poderá ter sido o pioneiro do Headbang, sendo referido que, se identifica no corte de cabelo extravagante bem como a sua personalidade forte, complexa e irreverente.
No entanto, nos nossos tempos, o heavy metal é caracterizado por riffs, vocais rasgados ou guturais, grandes solos de guitarra, muita roupa preta e muito headbang, porém muitos dos nossos músicos favoritos tiveram como formação a música clássica, talvez porque é a música que mais se adequa ao Metal e por isso eles usam desse poder que é a música clássica para criarem grandes obras, como criaram os Black Sabbath. São a grande banda que deu o pontapé de saída para o Heavy Metal. Vamos nos meter na máquina do tempo e recuar até aos anos 60, cabelos grisalhos e calças á boca-de-sino marcavam a época, enquanto nas primeiras emissões de rádios passavam Beatles, havia pessoas que criavam um estilo de música novo derivado no entanto do Rock e de Blues, um estilo maciço e agressivo que logo cativou uma legião e assim impulsionado ainda mais o género.
Juntamente com Sabbath, temos Deep Purple e Led Zeppelin, estava assim criada a “santíssima” trindade, os pais, os criadores e impulsionadores do Metal que hoje conhecemos.
Avançamos para os anos 70 e Judas Priest vem retirar ao estilo o que havia de Blues e Motörhead vem a implementar os vocais mais agressivos. Seguem-se os Iron Maiden, títulos como “Headbanger”, “Metalheads” e “Metaleiros” são sonantes a partir desta época, acho que tudo estava a postos para invadir o mundo. Ou já estaria ele invadido? Pois eu acho que sim. Os melhores anos tinham passado, décadas de 60 e 70 foram as décadas dos “metaleiros” puros e verdadeiros, os que hoje em dia contam histórias aos não menos puros e verdadeiros, apenas mais jovens e industrializados.
Isto remonta-nos às décadas de 80 e 90, são criadas novas bandas, como Metallica, Megadeth, Slayer entre muitos. Criam grandes músicas, grandes clássicos e tornam-se eternos no meio. Estas décadas são também assinaladas por acontecimentos muito importantes, criam-se subgéneros. Géneros musicais que são nada mais nada menos que Metal, mas como todos sabemos, diferente. Surgem então o Power Metal, Gothic Metal, Simphonic Metal, Death Metal, Doom Metal, Progressive Metal, Folk Metal e afins.
Eu sei que muitos não gostam, caracterizam o Metal como um estilo “enfadonho, irritante, deprimente e assustador”, no entanto conquistou, em tempos mais longínquos e ainda hoje, no nosso tempo moderno; agarra seguidores verdadeiramente apaixonados, fiéis e unificados, que vêm no Metal não apenas numa música que se ouve mas sim numa forma de vida… e esta não é uma estranha forma de vida.
Menção honrosa a todas as bandas que ajudaram a tornar o Metal um estilo verdadeiro por si só e que não mencionei aqui mas não quis tornar esta lição ainda mais chata e emotiva. \m/
Fonte: Wikipédia
Na próxima malha: Iremos saber o que os Theatre Of Tragedy ainda podem fazer por nós.
Metalem muito \m/, Ana.


