Morbid Angel : Illud Divinum Insanus Review

E a maior desilusão foi lançada, Morbid Angel após tanta controvérsia, publicidade a volta do novo álbum, com o single «Nevermore» deu uma boa indicação do que poderia ser lançado na nossa humanidade, não passou de um mito, apresento-vos «Illud Divinum Insanus», uma das maiores piadas na história do Metal.

Parece uma brincadeira, parece mentira, ou um pesadelo, mas não, é mesmo verdade, Morbid Angel lançou um novo álbum, o sucessor de «Heretic» de 2003. Algo que esperava com positivismo, não esperava uma obra-prima, mas também não previa tal coisa.

Este álbum não contou com a participação de Pete Sandoval, o representante legal na bateria dos Morbid Angel, devido a uma operação que teve sido submetido, com isto foi substituído por Tim Yeung, até aqui tudo bem. Apenas estou preocupado, como irá reagir Pete ao ouvir este álbum.

Todos nós sabíamos que iria originar uma grande controvérsia a volta do novo trabalho dos Americanos, é impossível agradar a Gregos e Troianos, mas ninguém esperava uma “coisa” destas.

Para facilitar, podemos por assim as coisas, «Illud Divinum Insanus» está divido em duas partes, a parte “boa” e a parte “abominavelmente má” ou melhor “WTF!?”.  Após este lançamento, não sei onde os Americanos Morbid Angel querem chegar, eu não vou estar lá para os apoiar, só espero que isto não vire moda.

«Illud Divinum Insanus» é sem dúvida o álbum mais estranho, esquisito, que já ouvi em toda a minha vida, parece que tem duas produções completamente diferentes, mentalidades completamente diferentes, ideais completamente desordenadas do inicio ao fim. Por um lado temos momentos espectaculares que todos nos esperamos que os Morbid Angel nos proporcione por outro, aquilo..

Aquilo, passo a explicar, são faixas como, «Too Extreme!». «Destructos Vs. the Earth / Attack», «Radikult» e «Profundis – Mea Culpa» imagino as caras risonhas dos músicos a rirem-se quando imaginarem-nos com caras de parvos a ouvir estas faixas. Que nem percebo o que é aquilo, sinceramente.

Contudo, para além da piada de mau gosto destas faixas, temos umas faixas porreiras e umas boas e divertidas de ouvir mas também existem uma outra faixa desinspirada, a produção não esta má mas…

 

A componente lírica, é má.

A originalidade? Por vezes até demais.

 

Estes senhores por detrás dos Morbid Angel, podiam muito bem não desgraçar um dos nomes pioneiros do Death Metal, mas não, tinham que usar a tag, para vender mais algum.

«Illud Divinum Insanus» é audível, se aquelas 4 faixas não fossem lançadas, tínhamos um álbum decente, infelizmente, Morbid Angel, tentou fazer frente a St. Anger dos Metallica de 2003, infelizmente não teve sucesso, St. Anger continua no pódio.

Este não é o Morbid Angel esperado por muitos, disso não tenham dúvidas, esta é a verdade vista por mim, para mal dos meus pecados.

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8 Comentários to "Morbid Angel : Illud Divinum Insanus Review"

  1. TotalHate diz:

    Uma das piores e mais repugnantes surpresas de 2011… Muitas pessoas criticavam previamente pela presença do baterista po$er inserido na cena Metalcore, mas eu esperava que ele fosse fazer bem o serviço, como havia feito em Council of the Fallen e Aurora Borealis, mas não… as baterias são deprimentes, com mtas pitadas “electro-industriais”, mas a maior decepção vem por parte dos velhos Trey (com bases que beiram o Nü-Metal, Industrial, Pseudo-Metal Comercial – além da carência de solos) e Vincent (que parece não ter percebido que não está mais no Genitortures). O álbum em alguns momentos se iguala a Rob Zombie, Marilyn Manson e Static-X… Não é nem sobra, daquele que eu considerava o disco mais fraco da banda, o “Heretic”, que hoje considero um grande disco diante dessa piada de mal gosto!!! Melhor escutar Nader Sadek com Steve Tucker ou Hate Eternal com Erick Rutan. PS: E o pior que as músicas “Nevermore” e “ExistóVulgore” prometiam… mas o resto? Muito fraco, abaixo da linha da mediocridade.

  2. TotalHate diz:

    Moderador, se possível, corrija meu link para o last.fm/página da Web. Grato e ainda revoltado com a piada de mal gosto que o Morbid Angel nos “brindou”!

  3. ouro1989 diz:

    Tim yeung tem a arte de destruir. Too Extreme é o pior.

  4. Coiso diz:

    Sendo fã de Morbid desde sempre, saquei o album da net antes de sair, na ansia de o ouvir após uma longa espera.

    A primeira coisa em que pensei foi que tinha descarregado um fake de um brincalhão qq.

    A vida é deles, mas se o target era os fãs de sempre, então falharam redondamente. Para mim foi uma desilusão.

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