O TGV de alta potência, Hate Eternal, está de volta após uma fase mais obscura da banda, «Phoenix Amongst The Ashes» levanta a moral da banda com o melhor cd da carreira dos Americanos.

Bom, violento e entretenimento garantido, estas são as potencialidades deste novo álbum, 10 faixas a rondar o tempo habitual das bandas de Death Metal.
Ao contrário de «Fury & Flames» que é uma dor audível inexplicável em « Phoenix Amongst The Ashes» isso não acontece (Thank lord) o som está mais bem balanceado, mas não é perfeito.

Na parte no que toca a performance, encontrasse num nível bastante agradável, o jovem baterista Jade Simonetto continua em boa forma o mesmo acontece com Erik Rutan, com bons momentos de riffs, solos nem por isso, no que toca a estes dois senhores tudo bastante bom, na parte do baixo, o som em si deixa muito a desejar, as suas passagens são destruídas pelo som da bateria e das guitarras, na parte da voz, é aceitável.
Estes são os únicos aspectos, onde, «Phoenix Amongst The Ashes» deixa um pouco a desejar, de resto o cd é competente para o publico alvo, já ouvi melhor nesta área em 2011, mas é sempre bem-vindo a família.
Como já disse, os Hate Eternal são como um TGV de alta potencia/velocidade, só existe duas vias para quem está interessado neste novo trabalho, ou põe se a frente dele (o que é sempre mau) ou deixa passa-lo.
8.2/10

