O que deveria começar às 22 horas acabou por se atrasar. À hora da data oficial as pessoas no pavilhão de exposições do Cartaxo não eram mais de 50.
22.35 horas os Strap 58 subiram ao palco. Banda composta por João ‘Cavalo’, Pedro Simão, João Pratas, Telma Pinto, Gonçalo Ruivo e André Quitério, praticantes de Rock Progressivo, juntando também alguma musica electrónica começaram por tocar ‘Road’, logo seguido de ‘LSD – Light Speed Dream’, ‘Gift from above’, da musica que deu origem ao primeiro VideoClip da banda do Cartaxo o tema ‘Dirty Wave’, seguindo-se ‘Roses & Thornes’, ‘Mind Rape’, e por ironia ou não a banda acabou o concerto com o primeiro original que composeram, ‘System’.
O público foi chegando e casa foi-se compondo, 90 pessoas era o numero que se podia contar até à altura. A banda de Thrash Metal do Cartaxo subiu ao Palco eram 23.30. Já todos sabiam que a partir do momento que os Smashed Head começassem a tocar daí para a frente iria ser sempre a aumentar em termos de peso. Como é habitual nos concertos de Smashed Head o primeiro tema do concerto é sempre a intro que também dá inicio ao seu novo EP ‘The Creature’. Seguiu-se o original da banda ‘until the End’, ‘Enter Sadman(Metálica)’, ‘Cowboys from Hell(Pantera)’, ‘Black Cloud’ um original, ‘Bodies(Drowning Pool)’, ‘Shop Suey!(System of a Down)’ na qual foi chamado ao palco o vocalista de Strap 58 para participar na musica, ‘Red Neck(lamb of God)’, ‘chaos A.D.(Sepultura)’, ‘Broken Silence’ um original, ‘A Minha Sogra é um Boi(Mata Ratos)’, ‘Creature’ original que deu o nome ao EP da banda. E quando o concerto estava dado por terminado, a pedido do público houve direito a um Enconre. O Tema ‘Peace is Dead(Kalashnikov).
Os Smashed Head apresentaram um concerto com pouco mais de uma hora de duração, apenas com 4 originais, apresentando-se quase como que um banda de Covers. Mas se é banda de covers a designação que lhes é posta, as covers são tocadas ao nível dos melhores.
150 pessoas com bandas, staff tudo à mistura era o numero que se podia contar a esta altura e foi este o publico que perdurou até ao fim. A terceira banda Dream Circus, banda de Grunge era meia-noite e quarenta e cinco subiu ao Palco. Presenciaram-nos com ‘poison’,’ fear’, ‘waiting’, ‘criminal’, ’my own enemy’, ‘lie’, ‘so long’, ‘alive and well’, ‘pulp fiction’, e terminaram o concerto com um tema de uma banda que certamente é a maior referencia par eles ‘it ain’t like that (alice in chains)’. Concerto bastante positivos sem qualquer tipo de falhas. James o vocalista interagiu bastantes vezes com o público tanto em Português como em Inglês. Uma banda que terá um longo futuro se continuar a evoluir da maneira que têm evoluído.
01.45 Subiram os cabeças de Cartaz ao Palco. WAKO banda de Almeirim apresentou-se pela primeira vez no Cartaxo. Todos sabiam para o que vinham, brutalidade até ao do inicio ao fim. Com novo álbum, a set do concerto não fugiu muito á divulgação do mesmo. Começou com ‘Shape of Perfection’ e ‘Ship of Fools’, dois temas de abertura do novo álbum. Teve duração de hora e meia, pelo que acabou por volta das 03.20 com o tema que encerra o ultimo trabalho ‘Cornation of Existence’.
Quanto ao festival, a organização está de parabéns, conseguiram unir os Big Four do Distrito num só lugar e num só dia. Não persistiram problemas no recinto, nem de som para quem estava a assistir. Tendo o único problema que deu para perceber foi alguns problemas na munição em Smashed Head, mas coisa que se ultrapassou rápido. De frisar também que em termos de luz o evento estava muito bom, não apresentando qualquer tipo de problema para os fotógrafos.
Hail Cartaxo!
























